Ficamos estáticas quando passamos em frente a porta. O batuque estava tão quente que ficamos queimando nossa massa cinzenta tentando descobrir o que era e se poderíamos entrar e descobrir por nós mesmas, mas como as duas são um poço de iniciativa só acabamos entrando quando uma alma caridosa viu nossa cena de meninas perdidas no tempo, olhando para a entrada do lugar que, como a maioria das portas do Pelô são, estava cheia de quadros lindos. Valeu moço!
E o mais gracioso foi ver uma menininha, no auge dos seus 2 anos, dançando e batendo palma envolvida pelo ritmo do lugar. A coisa mais fofa. Pena que não deu para filmar (ela não parava quieta).


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